Hoje termina a turnê de Férias de Marisa Monte. A diva faz hoje seu último show daquela que chamou de "Turnê de Férias" O Show acontece em Manaus. Depois de ir a lugares onde nunca havia estado e ter voltado a outros onde não fazia shows a muitos anos, Marisa encerra hoje esta turnê. Mas muita coisa esta´por vir. Em especial os fãs poderão rever Marisa e Roberto Carlos cantando juntos mais uma vez.
Para aguçar a curiosidade dos fãs a gente mostra um trechinho da chamada para o especial que vai ao ar dia 23 de Dezembro.
Uma grande surpresa foi feita ao publico que esteve presente hoje na Concha Acústica em Salvador.
Em determinado momento do show Marisa convida ao palco seus parceiros Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, formando assim um encontro inesperado e maravilhoso dos Tribalistas. Enchendo os corações dos fãs com a esperança de um retorno.
Para quem não conseguiu acompanhar ontem dia 26.11.2016 a Entrevista que Marisa deu ao programa do Jô disponibilizamos agora para que todos possam acompanhar.
Em uma de suas visitas recentes à casa de Marisa Monte, o cantor e
compositor capixaba Silva tocou, despretensiosamente, uma peça de piano
composta por ele durante a criação de “Júpiter” (2015), seu terceiro disco. A
melodia chamou a atenção de Marisa, que pediu para ouvi-la de novo. Foi o
suficiente para a música virar o assunto do encontro, e, alguns rascunhos depois,
o esboço de “Noturna (Nada de novo na noite)” estava pronto. Assinada por
Marisa, Silva e Lucas Silva (seu irmão e parceiro de composição), a música,
cantada pelos dois primeiros e gravada na casa da cantora, é o principal
chamariz de “Silva canta Marisa” (Slap/Som Livre), disco de tributo lançado na
última sexta-feira nas plataformas digitais.
A relação entre os dois artistas, expoentes de diferentes gerações
da MPB — ela com 49 anos, ele com 28 —, nasceu de uma participação de Silva no
programa “Versões”, do canal Bis, que foi ao ar em dezembro passado. Fã de
Marisa desde seus 12 anos, quando ouviu o disco “Memórias, crônicas e
declarações de amor” (2000), o capixaba escolheu 14 músicas dela para fazer
suas releituras. Pouco depois, ele recebia um e-mail-convite carinhoso
agradecendo a escolha e o convocando para uma visita no Rio. — Isso acabou
virando uma relação de amizade que eu não esperava. Na primeira vez que eu e
Lucas fomos à casa da Marisa, chegamos à tarde e saímos no meio da madrugada,
já com algumas músicas — lembra Silva. — Percebi que aquele trabalho
despretensioso merecia ser feito direito, com uma boa gravação. A música
inédita, com participação da Marisa, faz com que esse não seja só mais um disco
de tributo. — A escolha das músicas foi baseada naquilo de que eu mais gostava,
claro, e também no que melhor combinava comigo. Existem várias canções de
Marisa que eu amo, mas que eu preferi respeitar e não mexer porque corria o
risco de não ficarem legais. Optei por deixá-las quietinhas e mexer só no que
eu considerei que faria algo interessante ao rearranjar — afirma.
Em suas versões repaginadas, “Não vá embora”, por exemplo,
ganha uma levada de reggae, enquanto “Na estrada” traz beats mais dançantes.
Mas, no geral, “Silva canta Marina” aparece como o álbum de sonoridade mais
orgânica da discografia do músico. — Eu resolvi partir para uma onda mais
minimalista. De uma forma geral, as músicas têm mais guitarra, baixo e bateria
e menos sintetizador e bateria eletrônica. A ideia foi não trazer arranjos
demais, e sim me divertir com eles, por isso dá para identificar um reggae mais
roots, um techno/house — explica o músico, que brinca ao responder quando as
demais parcerias com Marisa seriam lançadas: — Já disse para ela que, se ela
não gravar, eu gravo. São músicas que eu gostei muito de ter feito, mas ainda
não sabemos quando vão sair. Bem recebido pela crítica ao lançar, em 2012, seu
álbum de estreia, “Claridão”, Silva lidou com reações mistas por explorar, em
“Júpiter”, novas abordagens para além da mistura de letras românticas e
intervenções eletrônicas — um desvio do óbvio elogiado pelo crítico do GLOBO
Silvio Essinger, à época do lançamento do disco. Prestes a completar, em
dezembro, um ano de “Júpiter”, Silva faz um balanço positivo da empreitada:
Enquanto meus dois primeiros discos tiveram uma
resposta positiva da crítica, “Júpiter” trouxe uma resposta do público muito
boa. Antes, eu não podia deixar de tocar “A visita” nos shows, ou era capaz de
apanhar. Hoje, eu nem a toco mais, porque as novas ganharam muita força ao
vivo. Foi um processo enriquecedor
Silva acaba de lançar o aguardado álbum em homenagem a Marisa Monte.
O disco, que ganhou o nome de "Silva Canta Marisa", tem 12 faixas
compostas pela cantora, incluindo sucessos como "Ainda Lembro", "Não É
Fácil" e "Eu Sei (Na Mira)". O melhor disso tudo é que o cantor liberou
todo o conteúdo não só nas plataformas de streaming, mas também no
YouTube. É só dar o play na playlist aqui embaixo:
Na próxima sexta (18), o álbum “Silva Canta Marisa” chega meio de surpresa às plataformas digitais.
Músico, cantor, produtor e multi-instrumentista, com três álbuns
lançados e justamente incensados pela crítica, o capixaba Silva se
aproximou de Marisa Monte há dois anos. Quando se conheceram, começaram
logo a fazer música juntos.
O disco traz antigas de Marisa com parceiros hsabituais (Nando Reis,
Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Arto Lindsay), em versões que vão do
respeito aos originais até subversões totais.
Uma das faixas é inédita, “Noturna (Nada de Novo na Noite)”, parceria
de Silva, Marisa e Lucas Souza, e a cantora participa da gravação.
Qs músicas revistas por Silva são “Ainda Lembro”, “Eu Sei (Na Mira)”,
“Infinito Particular”, “Não É Fácil”, “Pecado É lhe Deixar de Molho”,
“Beija Eu”, “O Bonde do Dom”, “Não Vá Embora”, “Verdade, uma Ilusão”,
“Tema de Amor” e “Na Estrada”.
O trabalho autoral de Silva pode ser ouvido nos álbuns “Claridão”
(2012), “Vista Pro Mar” (2014) e “Júpiter” (2015). Ele já trabalhou com
Lulu Santos e Fernanda Takai.
Faixas que farão parte do álbum:
1. Ainda Lembro
2. Eu Sei (Na Mira)
3. Infinito Particular
4. Não é Fácil
5. Pecado é lhe Deixar de Molho
6. Beija Eu
7. O Bonde do Dom
8. Não Vá Embora
9. Verdade, Uma Ilusão
10. Tema de Amor
11. Na Estrada
Noturna (Nada de Novo na Noite) (em parceria com a própria Marisa Monte e única faixa inédita do projeto)
Desta vez a rede Globo acertou em cheio na escolha dos convidados do especial Roberto Carlos de final de ano.
Roberto Carlos deu início à apresentação ao som da clássica
Emoções, na companhia da RC9, banda que o acompanha, sob a regência do maestro
Eduardo Lages. Outros sucessos, como Amada Amante, Outra Vez, Olha e Sua
Estupidez fizeram parte do repertório do Rei. No primeiro dia de gravação, ao
chamar a primeira atração, a cantora mirim Rafa Gomes, finalista do The Voice
Kids, Roberto Carlos se mostrou muito impressionado com o talento da menina.
Em um palco circular, com a plateia bem próxima, Roberto
Carlos gravou seu tradicional especial de fim de ano. Os shows aconteceram
durante as noites da última segunda-feira (7) e desta terça-feira (8), nos
Estúdios Globo, e contaram com a participação de estrelas consagradas da música
popular brasileira. O tom intimista foi reforçado pela ambientação clean, que
contou com um telão que contornava todo o estúdio, num show de luzes, texturas
e imagens gráficas.
“Quando a vi no programa, fiquei encantado. Pensei: quero
tê-la no meu especial esse ano”, disse. Rafa cantou três músicas. História de
Uma Gata, que a destacou no reality, Ben, sucesso na voz de Michael Jackson, e
Todos Estão Surdos, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, encantando também a
plateia com seu talento e carisma.
No segundo dia de gravações, Caetano Veloso e Gilberto Gil
subiram ao palco para cantar duas músicas com o anfitrião da noite: Coração
Vagabundo e Marina Morena. Roberto chegou a ficar com lágrimas nos olhos assim
que encontrou os amigos. “É um privilégio estar aqui cantando com eles. Quantos
outros artistas gostariam de estar no meu lugar”, disse. “O canto de Roberto
atinge muito fortemente o povo brasileiro. Sempre será uma emoção estar perto
dele”, disse Gilberto Gil antes de se apresentar.
Um pouco depois de Gil e Caetano foi a vez de outra estrela
da MPB se apresentar: Marisa Monte. “Tudo o que ela canta tem um toque
especial”, disse Roberto ao apresentar a convidada. Juntos os dois cantaram “De
que Vale Tudo Isso” e “Ainda Bem”, empolgando a plateia com uma dança no final.
“Cresci ouvindo Roberto. Ele era idolatrado na minha casa. É uma referência da
vida inteira, uma voz que traz conforto”, confessou a cantora.
Mais ao final do show, com os recursos de efeitos especiais,
Roberto Carlos pôde cantar e interagir com Robertinho, sua versão mais jovem.
Mexericos da Candinha, Namoradinha de um amigo meu e Eu sou terrível foram as
músicas escolhidas para relembrar a época da Jovem Guarda. Outro ponto alto do
show foi a apresentação de Quero que vá tudo pro InfernO.
“Eu nem me lembro mais quanto tempo faz que cantei essa
música pela última vez. Os amigos insistiam para que eu voltasse a cantar”,
contou o Rei. No especial também irá ao ar o clipe da música Chegaste que o
artista gravou com a cantora Jennifer Lopez, em Los Angeles, e mais os
bastidores do encontro ent re os ídolos. Cavalgada e Jesus Cristo encerraram o
especial, que será exibido em dezembro, na Globo.
O especial Simplesmente Roberto Carlos tem direção artística
de LP Simonetti e direção geral de Mario Meirelles. A direção musical é de Guto
Graça Mello e do maestro Eduardo Lages.
Para Lembrar a paixão de Marisa por Roberto. Com certeza será um lindo encontro.
Ja começou os preparativos para o especial de final de ano do rei Roberto Carlos . E hoje foi a vez da nossa diva se juntar ao rei para o ensaio deste que promete ser o encontro do Ano.Dadi, amigo fiel também participou do ensaio. Este encontro promete.